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Sobre

Quem é a Corpshore Portugal

A operação portuguesa e lusófona de um grupo de BPO, outsourcing de TI e IA fundado em 2015 e presente em mais de vinte países. Uma divisão, não uma sociedade portuguesa, e dizemo-lo à partida.

A entidade contratante

Denominação
Corpshore Solutions Corporation
Registo
Ontario Corporation No. 5017380
Sede
130 King Street West, Toronto, ON M5X 2A2
Fundada em
20 de janeiro de 2015
Fundador
Frank B. Prempeh II
Equipa a trabalhar numa secretária partilhada num escritório com luz natural fria.

Porquê uma divisão e não uma empresa portuguesa?

Porque é o que existe hoje, e porque a alternativa seria escrever aqui uma coisa e assinar outra no contrato. A Corpshore opera em Portugal através da entidade canadiana do grupo, que é quem emprega as pessoas e quem responde contratualmente perante si.

Para o comprador, a consequência prática é boa: não precisa de constituir empresa em Portugal para ter equipa cá, e o contrato é único. A consequência a acautelar é que, se o seu procedimento exigir contraparte estabelecida em Portugal, essa é uma conversa a ter no início e não no fim.

Se e quando existir entidade portuguesa, o número de identificação de pessoa coletiva passará a constar do rodapé e do aviso legal. Até lá, o espaço fica vazio em vez de ser preenchido com algo aproximado.

O que é o Grupo Corpshore

Quatro divisões que partilham gestão e infraestrutura. A Corpshore Solutions faz BPO e outsourcing de TI. A Corpshore AI faz dados de treino, anotação, avaliação e serviços geridos de IA. A Corpshore Talent faz recrutamento, staffing e RPO. A Corpshore Exams faz supervisão remota e administração de exames.

Para si isso significa que um pedido que comece em apoio ao cliente e acabe em recrutamento não muda de fornecedor a meio. Significa também que, quando o trabalho pertence claramente a outra divisão, dizemos qual e encaminhamos em vez de o fazer mal.

Números do grupo

Países com operação
20+Países com operação
Línguas disponíveis na rede
35+Línguas disponíveis na rede
Satisfação dos clientes do grupo
97 %Satisfação dos clientes do grupo
Compromisso de resposta a um pedido
6 hCompromisso de resposta a um pedido

Perguntas frequentes

Quem assina o contrato?

A Corpshore Solutions Corporation, Ontario Corporation No. 5017380, com sede em Toronto.

Existe NIPC português?

Não à data. Quando existir, passará a constar do rodapé e do aviso legal.

As pessoas em Portugal são vossas colaboradoras?

São. A gestão de desempenho, a formação e a retenção são responsabilidade nossa.

Quando foi fundado o grupo?

A 20 de janeiro de 2015, em Toronto, por Frank B. Prempeh II.

Que dimensão tem?

Entre cinco e dez mil pessoas, em mais de vinte países e mais de trinta e cinco línguas.

Podem responder a concursos públicos portugueses?

Sim, ao abrigo do Código dos Contratos Públicos. Se o procedimento exigir contraparte estabelecida em Portugal, sinalizamo-lo à partida.

Têm escritório em Lisboa?

Fornecemos posto de trabalho e equipamento às equipas. Não apresentamos morada de sede em Portugal porque não existe entidade portuguesa.

Como é que o grupo se financia?

É de capital privado, detido pelo fundador. Não divulgamos números de faturação neste sítio.

Como é que uma operação arranca

Sete fases, da primeira conversa ao regime permanente. Cada uma mostra o que fazemos, o que precisamos de si, o que tem de ser verdade para avançar, e o que mais frequentemente corre mal ali.

Semanas 1–2

Descoberta

Perceber o trabalho como ele é, não como está documentado.

Do nosso lado

  • Observação da operação actual, com quem a faz, durante dias úteis completos.
  • Levantamento de volumes reais por canal, hora e tipo de caso.
  • Identificação das excepções, que é onde está a maior parte do tempo.

Do vosso lado

  • Acesso às pessoas que fazem o trabalho, não apenas a quem o gere.
  • Dados históricos de volume e de qualidade, ainda que imperfeitos.

Critério de saída

Um desenho de operação com volumes, tipos de caso e excepções que ambas as partes reconhecem como exacto.

O que costuma correr mal

Descrever o processo a partir do manual em vez do terreno. O manual descreve o caso normal, e o caso normal não é o que consome a equipa.

Semanas 2–4

Desenho e conformidade

Fixar o modelo de entrega, a fronteira de dados e os níveis de serviço antes de contratar alguém.

Do nosso lado

  • Proposta de modelo e de localização, com o custo e a residência de dados de cada opção.
  • Definição da fronteira de dados por categoria, e os instrumentos de transferência que ela exige.
  • Níveis de serviço propostos a partir dos volumes reais, não de números redondos.

Do vosso lado

  • Decisão sobre o modelo, que é vossa e não nossa.
  • Validação jurídica da fronteira de dados com o vosso encarregado de proteção de dados.

Critério de saída

Contrato, contrato de tratamento de dados e, quando aplicável, cláusulas contratuais-tipo e avaliação de impacto assinadas.

O que costuma correr mal

Adiar a conformidade para depois do arranque. Reabrir a fronteira de dados com a operação já a correr custa semanas e obriga a parar filas inteiras.

Semanas 3–6

Captura de conhecimento

Escrever o que existe na cabeça das pessoas antes de elas deixarem de estar disponíveis.

Do nosso lado

  • Sessões gravadas com a equipa de origem, caso a caso, incluindo os casos que ninguém documentou.
  • Construção da base de conhecimento a partir dessas sessões, não a partir do manual antigo.
  • Validação escrita de cada procedimento por quem o executa hoje.

Do vosso lado

  • Tempo protegido da equipa actual, agendado e reconhecido como trabalho.
  • Um interlocutor com autoridade para decidir quando os procedimentos divergem.

Critério de saída

Base de conhecimento completa nos casos que representam noventa por cento do volume, e uma lista assumida do que ficou por cobrir.

O que costuma correr mal

É a fase que decide se a transição funciona, e a que mais frequentemente é comprimida. Conhecimento que não foi escrito sai pela porta com a pessoa que o tinha.

Semanas 4–8

Recrutamento e formação

Ter a equipa contratada e formada antes do primeiro caso real, não durante.

Do nosso lado

  • Recrutamento contra o perfil desenhado, com avaliação de língua com método.
  • Formação inicial sobre a base de conhecimento construída na fase anterior.
  • Casos simulados com correcção antes de qualquer contacto com cliente real.

Do vosso lado

  • Validação do perfil e participação nas entrevistas finais, se quiserem.
  • Especialistas disponíveis para as sessões de formação de produto.

Critério de saída

Equipa aprovada em avaliação sobre casos simulados, com as pontuações partilhadas.

O que costuma correr mal

Formar sobre documentação incompleta. Sai mais barato atrasar o arranque duas semanas do que formar cem pessoas com o procedimento errado.

Semanas 8–12

Piloto

Correr trabalho real em volume limitado, com a equipa de origem ainda disponível.

Do nosso lado

  • Assumir uma fatia do volume, tipicamente entre dez e vinte por cento.
  • Avaliação de qualidade sobre cada caso, não sobre uma amostra.
  • Relatório diário com o que falhou e a correcção aplicada.

Do vosso lado

  • Manter a equipa de origem disponível para escalar dúvidas.
  • Decidir sobre a passagem de volume com base nos números do piloto.

Critério de saída

Níveis de serviço cumpridos durante duas semanas consecutivas no volume do piloto.

O que costuma correr mal

Dar o piloto por bom depois de uma boa semana. Uma semana boa é ruído; duas são um sinal.

Semanas 12–20

Passagem de volume

Transferir o volume por etapas, com um caminho de regresso em cada uma.

Do nosso lado

  • Aumento por etapas acordadas, cada uma com critérios de avanço e de recuo.
  • Reforço temporário de supervisão durante cada aumento.

Do vosso lado

  • Manter a capacidade de origem até à etapa seguinte estar estável.

Critério de saída

Volume total transferido com níveis de serviço cumpridos durante um mês.

O que costuma correr mal

Desmontar a equipa de origem demasiado cedo. Sem caminho de regresso, um problema numa etapa passa a ser um problema para o cliente final.

Semanas 20+

Regime permanente

Melhorar o processo, não apenas mantê-lo.

Do nosso lado

  • Relatório mensal com números e com as causas por trás deles.
  • Propostas de alteração de processo a partir dos padrões que a operação vê.
  • Revisão trimestral do desenho, incluindo se o modelo de entrega ainda é o certo.

Do vosso lado

  • Um interlocutor com autoridade para aprovar alterações de processo.

Critério de saída

Não há saída. É aqui que a operação vive, e a pergunta passa a ser se está melhor do que no trimestre anterior.

O que costuma correr mal

Estabilizar e parar. Uma operação que cumpre os mesmos números há dois anos não está estável, está a envelhecer.

Vamos ver os números do seu caso

Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.

Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions