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Outsourcing de TI

Desenvolvimento de software

Equipas de produto e de projeto para aplicações web, móveis e de backend, integradas nos seus processos.

O que é entregue

  • Equipa com papéis definidos, não um conjunto solto de programadores

  • Trabalho no seu repositório, no seu quadro e no seu ciclo

  • Transferência de conhecimento documentada desde o primeiro mês

O que distingue uma equipa dedicada de um projecto fechado?

O modelo de responsabilidade. Num projecto fechado, o âmbito está definido à partida e qualquer alteração é uma negociação; numa equipa dedicada, a prioridade é vossa e muda quando precisar. Para produto em evolução, o segundo modelo é quase sempre o correcto e o primeiro produz uma discussão contratual por mês.

A consequência prática é que a equipa dedicada exige de vós uma função que o projecto fechado não exige: alguém com autoridade para priorizar. Sem essa pessoa, a equipa trabalha bem em coisas que ninguém decidiu que eram as mais importantes, e isso descobre-se um trimestre depois.

Quando o âmbito é genuinamente fechado e bem compreendido, o projecto de preço fixo é o modelo honesto e propomo-lo. Vender uma equipa dedicada para trabalho que cabe num projecto é vender mais do que é preciso, e vender um projecto fixo para produto em evolução é vender uma renegociação.

Como é que a equipa se integra no vosso processo?

Com as vossas ferramentas, os vossos padrões de revisão de código e os vossos critérios de aceitação desde o primeiro dia. Uma equipa externa com processo próprio diverge tecnicamente em meses, e reconvergir custa mais do que a divergência poupou.

Com revisão cruzada obrigatória nos dois sentidos. Se o código da equipa externa é sempre revisto pela vossa e nunca o inverso, forma-se uma hierarquia implícita que prejudica a qualidade das duas, e a equipa externa deixa de propor melhorias porque aprendeu que não é o seu papel.

E com acesso ao contexto do produto: pedidos de utilizadores, relatórios de incidente e métricas de utilização. Uma equipa que só recebe especificações toma decisões técnicas piores do que uma que vê o efeito do que constrói, e a diferença aparece primeiro na qualidade das perguntas que faz.

Onde é que a equipa pode ficar?

Em Portugal, com sobreposição horária total com a Europa e residência de dados no Espaço Económico Europeu, o que elimina uma camada inteira de trabalho de conformidade. É o modelo por defeito quando o trabalho toca dados de produção ou exige contacto frequente com utilizadores europeus.

Na Polónia, cerca de vinte e dois por cento abaixo de Lisboa em custo carregado, ainda dentro do Espaço Económico Europeu, e com mais profundidade em alguns perfis muito específicos. Para volume alemão ou centro-europeu, é o mercado certo e dizemo-lo.

No Uzbequistão, entre sessenta e setenta por cento abaixo de Lisboa, com meio dia de sobreposição e sem decisão de adequação. Funciona para engenharia com camada de coordenação europeia e ambientes de desenvolvimento sem dados de produção, e não funciona para trabalho conversacional com utilizadores.

Como se protege o acesso a dados de produção?

Por desenho, antes de ser por política. Os ambientes de desenvolvimento e de teste correm sobre dados sintéticos ou anonimizados, e para a maior parte do trabalho de engenharia isso é suficiente. Quando é suficiente, a questão de transferência internacional praticamente desaparece.

O ponto a vigiar é o acesso de emergência. Muitas operações mantêm dados de produção fora do alcance por desenho e depois abrem uma excepção para diagnosticar um incidente às duas da manhã. Se essa excepção não estiver prevista, registada e limitada no tempo, a arquitectura existe apenas no papel.

Onde o acesso a produção é genuinamente necessário e a equipa está fora do Espaço Económico Europeu, o enquadramento completo aplica-se: cláusulas contratuais-tipo, avaliação de impacto, e medidas suplementares com gestão de chaves mantida na Europa. É trabalho de semanas e é condição e não custo do projecto.

Como é que o progresso é medido?

Por trabalho entregue em produção e não por horas facturadas nem por pontos estimados. Horas medem esforço e não resultado; pontos medem estimativa e inflacionam-se sozinhos quando se tornam objectivo. O que interessa é o que está a funcionar para utilizadores reais.

Acrescentamos tempo de ciclo, da decisão de fazer até estar em produção, e taxa de reversão. Um aumento de entregas com reversões a subir não é velocidade, é dívida a ser contraída, e os dois números lado a lado mostram isso antes de o balanço técnico o mostrar.

E uma revisão trimestral que pode concluir que o desenho está errado. Muitos contratos têm governação suficiente para gerir execução e nenhuma para questionar a decisão, e acabam com equipas que cumprem indicadores durante anos sem nunca perguntar se são o modelo certo.

Quanto tempo demora a montar a equipa?

Em Portugal, seis a dez semanas para uma equipa pequena através de um fornecedor que emprega as pessoas: duas a três em recrutamento, uma em contratação e instalação, e duas a três em integração antes de contribuir de forma autónoma.

A integração é a fase mais subestimada. Um engenheiro competente numa base de código desconhecida precisa de semanas para ser produtivo, e comprimir isso produz contribuições que a vossa equipa depois revê demoradamente, o que anula a capacidade acrescentada durante mais tempo do que a integração teria custado.

Crescer é mais rápido do que arrancar, desde que a documentação tenha sido escrita durante o arranque. Equipas que integraram a primeira pessoa oralmente repetem o custo integral em cada pessoa seguinte, e descobrem-no à quarta.

Que documentação fica connosco e que documentação fica convosco?

Toda a documentação técnica é vossa e vive no vosso repositório desde o primeiro dia, não num sistema nosso entregue no fim. É a diferença entre uma entrega e uma dependência, e é uma escolha que se faz no início porque depois não se corrige sem custo.

Mantemos apenas o que é nosso enquanto empregador: registos de recrutamento, formação e desempenho das pessoas da equipa. Tudo o que descreve o vosso produto, o vosso código e as decisões tomadas sobre eles é vosso e está acessível enquanto o contrato durar e depois de ele terminar.

Onde pode ser operado o desenvolvimento de software

Nem todos os modelos de entrega servem todos os serviços. A tabela indica apenas os que fazem sentido para este trabalho, com a situação de residência de dados de cada um.

ModeloOndeQuando faz sentidoDados pessoais
Onshore PortugalLisboa, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Faro, Funchal e Ponta DelgadaQuando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é portuguêsPermanecem no EEE. Sem transferência.
Nearshore em PortugalLisboa e Porto, para compradores estrangeirosQuando precisa de uma base europeia multilingue sem constituir empresaPermanecem no EEE. Sem transferência.
Rede globalUzbequistão, Filipinas, Polónia, República Dominicana, México, Colômbia, Turquia e ÁfricaQuando precisa de cobertura contínua, de línguas específicas ou do menor custoA Polónia fica no EEE. Os restantes exigem cláusulas contratuais-tipo.

A coluna de dados é uma descrição do enquadramento aplicável e não aconselhamento jurídico. O detalhe está em transferências internacionais de dados.

Perguntas frequentes

Trabalham dentro do nosso processo?

Com as vossas ferramentas, padrões de revisão e critérios de aceitação desde o primeiro dia. Uma equipa com processo próprio diverge em meses.

Que tecnologias cobrem?

Pilhas convencionais em back end, front end e móvel, mais bases de dados e integração. Dizemos quando um perfil é raro em vez de prometer.

A equipa acede a dados de produção?

Preferencialmente não. Ambientes de desenvolvimento com dados sintéticos ou anonimizados cobrem a maior parte do trabalho.

Equipa dedicada ou projecto fechado?

Dedicada para produto em evolução; projecto fixo quando o âmbito é genuinamente fechado. Propomos o que corresponde ao trabalho.

Como medem o progresso?

Por trabalho em produção, tempo de ciclo e taxa de reversão. Horas medem esforço e pontos inflacionam-se quando são objectivo.

Quanto tempo até a equipa ser produtiva?

Seis a dez semanas para montar, com duas a três dessas em integração na base de código.

Podemos crescer a equipa depois?

Pode, e crescer é mais rápido do que arrancar desde que a documentação tenha sido escrita durante o arranque.

O que acontece no fim do contrato?

Entregamos código, documentação e conhecimento em formato acordado, e o prazo e o custo disso estão na proposta e não por negociar.

Vamos ver os números do seu caso

Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.

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