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Outsourcing de TI

Serviços geridos

Gestão continuada de aplicações e infraestrutura, com SLA, monitorização e melhoria contínua.

O que é entregue

  • SLA por severidade, com penalizações acordadas e medidas

  • Monitorização e resposta a incidentes fora de horas

  • Relatório mensal de disponibilidade, incidentes e dívida técnica

O que é que um serviço gerido inclui que um contrato de suporte não inclui?

A responsabilidade pelo estado do sistema, e não apenas a resposta a pedidos. Um contrato de suporte reage ao que lhe chega; um serviço gerido monitoriza, deteta antes de o utilizador reportar, e é avaliado por disponibilidade e não por bilhetes fechados.

Inclui também a manutenção que ninguém pede: actualizações de segurança, gestão de capacidade, renovação de certificados, revisão de cópias de segurança e limpeza de dívida operacional. É trabalho invisível quando é feito e muito visível quando não é, e é o primeiro a ser adiado num modelo reactivo.

E inclui propor alterações. Uma operação que vê os mesmos incidentes todos os meses e não propõe mudar a causa está a cobrar por tratar sintomas. A revisão mensal olha para causas e a trimestral pode concluir que a arquitectura precisa de mudar.

Como são definidos os níveis de serviço?

A partir do impacto no negócio e não de números redondos. Um sistema cuja indisponibilidade pára facturação tem requisitos diferentes de um sistema de relatórios internos, e aplicar o mesmo nível aos dois significa pagar a mais por um e correr risco no outro.

Definimos severidade por efeito observável e não por componente afectado. Severidade um é serviço indisponível para utilizadores; severidade dois é degradação com caminho alternativo; severidade três é defeito sem impacto imediato. Classificar por componente produz discussões sobre classificação durante o incidente.

E separamos tempo de resposta de tempo de resolução, porque são compromissos diferentes. Responder em quinze minutos é uma promessa sobre disponibilidade da equipa; resolver em quatro horas é uma promessa sobre o sistema, e só é honesta se a equipa tiver acesso e autoridade para a cumprir.

Como funciona a cobertura fora de horas?

Por horário estendido a partir de Portugal para a maior parte das operações europeias, que cobre desde antes do início do dia até depois do fim. Para muitos sistemas, isso é suficiente e é substancialmente mais barato do que cobertura contínua.

Para cobertura contínua, a rede global cobre a noite europeia em horário diurno local, com passagem de turno escrita por incidente aberto: estado, próxima acção, responsável e prazo. Uma passagem em prosa é inútil às três da manhã, quando alguém precisa de saber exactamente o que já foi tentado.

Há horas que ninguém cobre confortavelmente, e dizemo-lo. Entre as vinte e duas e a uma em Lisboa, só as equipas nas Américas estão em horário normal. É uma janela real de cobertura mais fina e preferimos mostrá-la a desenhar um círculo contínuo que sugere o contrário.

Como se faz a transição de uma operação existente?

Com descoberta primeiro, observando como o sistema é operado hoje e não como está documentado. O que encontramos quase sempre é documentação desactualizada e conhecimento que existe na cabeça de duas ou três pessoas, e é esse conhecimento que a transição tem de capturar.

Depois por operação assistida: a equipa actual continua responsável e nós acompanhamos, durante quatro a oito semanas. Só depois invertemos, com a equipa actual disponível para escalamento durante mais um período. Inverter directamente é possível e é como se descobrem procedimentos em falta com um incidente aberto.

O critério de inversão é um número acordado antes: incidentes resolvidos pela nossa equipa sem escalamento, durante duas semanas consecutivas. Uma boa semana é ruído; duas são um sinal, e este princípio repete-se em todos os nossos modelos de transição porque continua a ser verdade.

O que acontece quando um nível de serviço falha?

Uma análise de causa raiz escrita, entregue num prazo definido, que descreve o que aconteceu, porque aconteceu, o que foi feito e o que muda para não voltar a acontecer. Uma análise que termina em erro humano não é uma análise, é uma atribuição de culpa, e não previne nada.

As penalizações contratuais existem e são deliberadamente modestas, porque uma penalização grande incentiva a discutir a classificação do incidente em vez de o resolver. O que importa mais é o que acontece se a mesma causa se repetir, e isso está escrito.

E há um limiar a partir do qual o contrato pode ser terminado sem custo para o cliente. Propomo-lo por defeito, porque um fornecedor que não aceita esse limiar está a dizer alguma coisa sobre a confiança que tem no seu próprio compromisso.

Que dimensão de operação justifica este modelo?

A partir do ponto em que a indisponibilidade tem custo mensurável e a equipa interna não consegue cobrir fora de horas sem desgastar as mesmas duas pessoas. É um limiar de risco e não de dimensão, e muitas empresas atravessam-no sem reparar.

O sinal mais fiável é a concentração de conhecimento. Se a resposta à pergunta quem sabe operar isto é um nome, o risco já existe e é independente do orçamento, e o primeiro valor deste serviço é escrever o que essa pessoa sabe antes de ela sair de férias.

Para sistemas pequenos e estáveis, a resposta honesta é frequentemente não. Um contrato de suporte reactivo cobre o necessário a uma fracção do custo, e propor um serviço gerido nesse caso é vender uma estrutura para um problema que não existe.

Como é que a relação é governada?

Com uma reunião operacional semanal curta, uma revisão mensal com números e causas, e uma revisão trimestral que pode concluir que o desenho está errado. As três têm funções diferentes e substituir as três por uma produz uma reunião que trata de incidentes e nunca de estratégia.

E com nomes em vez de funções no caminho de escalamento. Um caminho que diz gestor de serviço funciona em condições normais e falha às oito da noite de sexta-feira, que é quando é usado. Nomes, telefones e um substituto identificado é o mínimo, custa nada e funciona.

Onde pode ser operado o serviços geridos

Nem todos os modelos de entrega servem todos os serviços. A tabela indica apenas os que fazem sentido para este trabalho, com a situação de residência de dados de cada um.

ModeloOndeQuando faz sentidoDados pessoais
Onshore PortugalLisboa, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Faro, Funchal e Ponta DelgadaQuando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é portuguêsPermanecem no EEE. Sem transferência.
Nearshore em PortugalLisboa e Porto, para compradores estrangeirosQuando precisa de uma base europeia multilingue sem constituir empresaPermanecem no EEE. Sem transferência.
Rede globalUzbequistão, Filipinas, Polónia, República Dominicana, México, Colômbia, Turquia e ÁfricaQuando precisa de cobertura contínua, de línguas específicas ou do menor custoA Polónia fica no EEE. Os restantes exigem cláusulas contratuais-tipo.

A coluna de dados é uma descrição do enquadramento aplicável e não aconselhamento jurídico. O detalhe está em transferências internacionais de dados.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença face a um contrato de suporte?

A responsabilidade pelo estado do sistema é nossa, e somos avaliados por disponibilidade e não por bilhetes fechados.

Como são definidos os níveis de serviço?

A partir do impacto no negócio, com severidade por efeito observável e resposta separada de resolução.

Cobrem vinte e quatro horas?

Cobrimos, com a rede global em horário diurno local. Dizemos também quais são as horas de cobertura mais fina.

O que acontece se falharem um nível de serviço?

Análise de causa raiz escrita em prazo definido, penalização contratual modesta, e um limiar de terminação sem custo.

Como se faz a transição da operação actual?

Descoberta, operação assistida durante quatro a oito semanas, e inversão contra um critério acordado antes.

Propõem alterações ou só operam?

Propomos. Uma operação que vê os mesmos incidentes todos os meses e não propõe mudar a causa está a cobrar por tratar sintomas.

Serve para um sistema pequeno e estável?

Frequentemente não, e dizemo-lo. Um contrato de suporte reactivo cobre o necessário a uma fracção do custo.

Como sabemos que precisamos disto?

Se a resposta a quem sabe operar isto for um nome, o risco já existe e é independente do orçamento.

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