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Outsourcing de TI

Helpdesk

Apoio informático a colaboradores, por bilhete, telefone e no local, em português e inglês.

O que é entregue

  • Primeiro nível com resolução medida, não apenas encaminhamento

  • Gestão de equipamento e de acessos com inventário atualizado

  • Cobertura em horário português ou contínua, conforme a operação

Porque é que bilhetes fechados é a métrica errada?

Porque premeia fechar e não resolver. Uma operação avaliada por bilhetes fechados fecha cedo, reabre depois, e produz um número excelente sobre um utilizador que continua sem conseguir trabalhar. A taxa de reabertura expõe isto e é o primeiro indicador que pedimos a qualquer operação existente.

A métrica que usamos é tempo total até resolução do ponto de vista do utilizador, incluindo o tempo em que o bilhete esteve à espera de alguém noutra equipa. Um bilhete escalado e esquecido durante dois dias conta esses dois dias, porque foi isso que o utilizador viveu.

E resolução ao primeiro contacto, medida por tipo de pedido. Uma taxa global esconde que os pedidos de acesso se resolvem em minutos e os problemas aplicacionais não, e melhorar a média aumentando pedidos fáceis é uma optimização que não melhora nada para ninguém.

Como se constrói a base de conhecimento?

A partir dos pedidos reais e não do manual do fornecedor. Os vinte tipos de pedido mais frequentes cobrem tipicamente mais de metade do volume, e documentá-los bem é o investimento com melhor retorno de todo o serviço, porque converte pedidos de segunda linha em resoluções de primeira.

Cada resolução nova que não estava documentada gera uma entrada. É uma regra simples e é a que mais frequentemente não é cumprida, porque escrever leva dez minutos e a fila está à espera. Sem ela, a mesma resolução é redescoberta várias vezes por pessoas diferentes.

E a base é revista quando os sistemas mudam, o que exige saber que mudaram. Uma equipa de suporte que descobre uma actualização pelos bilhetes que ela gera está a ser informada pelos utilizadores, e é um sinal de que a ligação com quem gere as alterações não existe.

Que línguas e que horários é que uma operação europeia precisa?

Português e inglês como base, com espanhol, francês e alemão conforme os mercados onde há utilizadores. Para suporte interno, a regra é servir na língua em que a pessoa trabalha, porque descrever um problema técnico numa segunda língua acrescenta atrito exactamente quando a pessoa já está frustrada.

Lisboa está uma hora atrás da Europa central, o que significa que cobrir o dia inteiro em Berlim exige começar às oito em Lisboa. É uma hora de desalinhamento que se resolve no horário e que quase ninguém calcula antes de assinar.

Para cobertura contínua, a rede global cobre a noite europeia em horário diurno local. Para suporte a utilizadores, isto funciona melhor do que turnos nocturnos porque o volume nocturno é baixo e irregular, e uma pessoa sozinha num turno nocturno em Lisboa é cara, desgastada e frequentemente sem nada para fazer.

Como é que a gestão de acessos é tratada?

Por procedimento e sem excepções informais, porque é aqui que o suporte cruza com a segurança. Um pedido de acesso concedido por telefone a alguém que pareceu credível é o vector de engenharia social mais explorado, e a verificação de identidade tem de ser um passo obrigatório e não um julgamento.

Com registo de quem pediu, quem aprovou e quem executou, separados. Em equipas pequenas a mesma pessoa faz frequentemente as três coisas, e é exactamente a configuração que uma auditoria assinala e que um incidente explora.

E com revogação tratada com a mesma prioridade que a concessão, que é onde quase todas as operações falham. Acessos de pessoas que saíram há meses aparecem em praticamente todas as auditorias, e a causa é sempre a mesma: a concessão é urgente e a revogação não tem quem a peça.

Como se reduz o volume em vez de o servir melhor?

Analisando causas e não categorias. Se trinta por cento dos pedidos são reposições de palavra-passe, o problema não é a fila, é que a reposição não é autónoma. Resolver isso elimina o volume em vez de o tratar mais depressa, e é um resultado que um fornecedor pago por bilhete não tem incentivo para propor.

Reportamos a redução de volume por causa como resultado e não como perda de receita, e o contrato é desenhado para que isso não nos penalize. Um modelo por bilhete alinha o fornecedor com o volume, que é exactamente o contrário do que o cliente quer.

As três causas que mais frequentemente dominam o volume são acessos, impressão e uma aplicação interna mal desenhada. As duas primeiras resolvem-se com automação; a terceira exige uma conversa com quem a mantém, e é a que mais vezes fica por ter.

Que dimensão de organização justifica o serviço?

A partir de cerca de cinquenta utilizadores para suporte dedicado, ou menos se houver requisitos de horário que uma pessoa interna não consiga cobrir. Abaixo disso, o modelo partilhado funciona melhor e é o que propomos.

O sinal que importa mais do que o número de utilizadores é a concentração. Se o suporte depende de uma pessoa que também faz outra coisa, o serviço degrada-se sempre que essa pessoa tem uma prioridade, e as férias dessa pessoa são um acontecimento anual previsível e não gerido.

Para organizações com utilizadores em vários países, o ganho é sobretudo de consistência. Três equipas que resolvem o mesmo problema de três formas diferentes produzem três experiências diferentes, e normalizar isso é frequentemente mais valioso do que a poupança de custo.

Como se mede a satisfação sem inquéritos inúteis?

Perguntando pouco e no momento certo. Um inquérito de uma pergunta imediatamente após a resolução tem taxa de resposta várias vezes superior a um de dez perguntas enviado no dia seguinte, e a informação que produz é mais accionável porque o utilizador ainda se lembra do caso.

E cruzando o resultado com o tipo de pedido. Uma pontuação média esconde que os utilizadores estão satisfeitos com o suporte e insatisfeitos com um sistema específico, e essas duas conclusões levam a acções completamente diferentes, sendo que só a segunda resolve alguma coisa.

Onde pode ser operado o helpdesk

Nem todos os modelos de entrega servem todos os serviços. A tabela indica apenas os que fazem sentido para este trabalho, com a situação de residência de dados de cada um.

ModeloOndeQuando faz sentidoDados pessoais
Onshore PortugalLisboa, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Faro, Funchal e Ponta DelgadaQuando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é portuguêsPermanecem no EEE. Sem transferência.
Nearshore em PortugalLisboa e Porto, para compradores estrangeirosQuando precisa de uma base europeia multilingue sem constituir empresaPermanecem no EEE. Sem transferência.
Rede globalUzbequistão, Filipinas, Polónia, República Dominicana, México, Colômbia, Turquia e ÁfricaQuando precisa de cobertura contínua, de línguas específicas ou do menor custoA Polónia fica no EEE. Os restantes exigem cláusulas contratuais-tipo.

A coluna de dados é uma descrição do enquadramento aplicável e não aconselhamento jurídico. O detalhe está em transferências internacionais de dados.

Perguntas frequentes

Como medem o desempenho?

Por resolução ao primeiro contacto por tipo de pedido e por tempo total até o utilizador voltar a trabalhar, não por bilhetes fechados.

Que línguas cobrem no suporte?

Português e inglês como base, com espanhol, francês e alemão conforme onde estão os utilizadores.

Tratam gestão de acessos?

Tratamos, por procedimento e sem excepções informais, com pedido, aprovação e execução registados separadamente.

Têm incentivo para reduzir o volume?

O contrato é desenhado para que reduzir volume não nos penalize. Um modelo por bilhete alinharia o fornecedor com o volume.

Cobrem fora de horas?

Cobrimos, com a rede global em horário diurno local, o que funciona melhor do que turnos nocturnos para volume baixo e irregular.

Qual é a dimensão mínima?

Cerca de cinquenta utilizadores para suporte dedicado, ou menos se houver requisitos de horário que uma pessoa interna não cubra.

Usam o nosso sistema de bilhetes?

Usamos, sempre que exista. Um sistema paralelo que alguém depois reconcilia introduz atraso e perde histórico.

Quem escreve a base de conhecimento?

A equipa, a partir dos pedidos reais, com a regra de que cada resolução nova não documentada gera uma entrada.

Vamos ver os números do seu caso

Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.

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