Saltar para o conteúdo

Banca e seguros

BPO para banca e seguros em Portugal

Back office, KYC, sinistros e apoio ao cliente para instituições financeiras portuguesas, com residência de dados no EEE quando o supervisor ou a política interna o exigem.

Imagem de cabeçalho do setor banca e seguros.

A pressão no setor banca e seguros em Portugal

A pressão regulatória não abranda e o custo de a acompanhar com contratação interna é alto. A revisão documental de KYC, em particular, é trabalho que cresce em picos e que raramente justifica quadros permanentes ao nível do pico.

O cliente bancário português é exigente quanto ao registo. Um atendimento com a variante errada é lido como desleixo numa relação em que a confiança é o produto.

O que operamos

  • Revisão documental de KYC e apoio a processos de conformidade
  • Processamento de back office e conciliações
  • Apoio a sinistros, da participação ao encerramento
  • Atendimento em português europeu, por voz e por escrito
  • Recuperação de crédito amigável e gestão de carteiras em atraso

O que não fazemos

Não damos aconselhamento regulatório nem assumimos funções que o supervisor exija que sejam internas. Onde a política interna ou o supervisor exijam residência de dados no EEE, o modelo é onshore em Portugal e dizemo-lo antes da proposta, mesmo quando isso encarece a operação.

Modelos de entrega que servem o setor banca e seguros

  • Onshore Portugal

    Quando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é português

    Permanecem no EEE. Sem transferência.

  • Corredor lusófono

    Quando opera em Angola ou Moçambique e precisa de governação europeia

    A camada de Lisboa fica no EEE. A operação local exige cláusulas contratuais-tipo.

  • Brasil

    Quando a prioridade é escala e custo, ou o mercado servido é brasileiro

    Sem decisão de adequação. Exige cláusulas contratuais-tipo e avaliação de impacto.

Perguntas frequentes

Os dados de clientes saem do EEE?

Não, se escolher o modelo onshore, que é o que recomendamos para dados financeiros sensíveis.

Fazem revisão de KYC?

Fazemos revisão documental e preparação de processos. A decisão de conformidade permanece sua.

Conseguem absorver picos sazonais?

Sim, com uma reserva de capacidade acordada em vez de quadros dimensionados ao pico.

Trabalham para grupos com operações em África?

Sim, através do corredor lusófono, com a coordenação e o tratamento de dados em Lisboa.

Assinam acordos de confidencialidade reforçados?

Sim, e é habitual neste setor. Os acessos são nominais, registados e revogáveis de imediato.

Aceitam auditorias nossas?

Sim. O direito de auditoria fica no contrato, incluindo auditoria por terceiro designado por si.

Quanto tempo demora a arrancar?

Quatro a oito semanas em Portugal e três a seis nos centros globais, a contar da proposta assinada. A transição começa por documentar o processo, não por transferi-lo.

Qual é a dimensão mínima?

Três pessoas a tempo inteiro para uma equipa dedicada, que é o mínimo para cobrir férias e ausências. Abaixo disso propomos equipa partilhada.

Como é medido o serviço?

Contra métricas acordadas antes de a operação abrir, com um limiar abaixo do qual entramos em plano de recuperação. Não é uma conversa que começa quando o cliente se queixa.

E se quisermos terminar?

Existe pré-aviso acordado e um plano de reversão escrito. A documentação de processo é sua desde o primeiro dia e vai consigo.

Vamos ver os números do seu caso

Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.

Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions