Saltar para o conteúdo

Turismo e hotelaria

Apoio multilingue para turismo e hotelaria em Portugal

Reservas, apoio ao hóspede e gestão de avaliações em português, inglês, espanhol, francês e alemão, com a sazonalidade tratada como capacidade e não como crise.

Imagem de cabeçalho do setor turismo e hotelaria.

A pressão no setor turismo e hotelaria em Portugal

A sazonalidade é o problema estrutural. Uma equipa dimensionada para agosto está parada em fevereiro, e uma equipa dimensionada para fevereiro perde reservas em agosto.

O multilingue aqui é real e não decorativo: inglês, espanhol, francês e alemão aparecem no mesmo dia, e o hóspede que escreve em alemão espera resposta em alemão.

O que operamos

  • Reservas, alterações e cancelamentos
  • Apoio ao hóspede antes, durante e depois da estadia
  • Gestão e resposta a avaliações públicas
  • Apoio a grupos, eventos e reservas corporativas

O que não fazemos

Não substituímos a equipa no local. O que fazemos é retirar da receção o trabalho que não precisa de estar na receção, para que quem está no hotel esteja com o hóspede em vez de ao telefone.

Modelos de entrega que servem o setor turismo e hotelaria

  • Onshore Portugal

    Quando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é português

    Permanecem no EEE. Sem transferência.

  • Nearshore em Portugal

    Quando precisa de uma base europeia multilingue sem constituir empresa

    Permanecem no EEE. Sem transferência.

  • Rede global

    Quando precisa de cobertura contínua, de línguas específicas ou do menor custo

    A Polónia fica no EEE. Os restantes exigem cláusulas contratuais-tipo.

Perguntas frequentes

Como tratam a sazonalidade?

Com um núcleo permanente e reserva contratada para os meses de pico, em vez de quadros dimensionados a agosto.

Que línguas cobrem?

Português, inglês, espanhol, francês e alemão com falantes nativos, e outras conforme o volume.

Integram com o nosso motor de reservas?

Trabalhamos dentro dele. O histórico e os dados ficam onde já estão.

Respondem a avaliações públicas?

Sim, com guiões aprovados por si e escalamento para os casos que exigem decisão da direção.

Trabalham com unidades individuais ou só com grupos?

Com ambos. Unidades individuais funcionam melhor em equipa partilhada, que dilui o custo fixo de gestão.

Quanto tempo demora a arrancar?

Quatro a oito semanas em Portugal e três a seis nos centros globais, a contar da proposta assinada. A transição começa por documentar o processo, não por transferi-lo.

Qual é a dimensão mínima?

Três pessoas a tempo inteiro para uma equipa dedicada, que é o mínimo para cobrir férias e ausências. Abaixo disso propomos equipa partilhada.

Como é medido o serviço?

Contra métricas acordadas antes de a operação abrir, com um limiar abaixo do qual entramos em plano de recuperação. Não é uma conversa que começa quando o cliente se queixa.

E se quisermos terminar?

Existe pré-aviso acordado e um plano de reversão escrito. A documentação de processo é sua desde o primeiro dia e vai consigo.

Vamos ver os números do seu caso

Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.

Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions