BPO
Suporte técnico
Suporte de nível 1 e 2 para produtos de software, telecomunicações e equipamento, com escalamento estruturado.
O que é entregue
Base de conhecimento mantida pela equipa, não apenas consultada
Escalamento definido para a engenharia do cliente, com critérios escritos
Métricas de primeira resolução e de reincidência por causa raiz
Onde acaba o nível 2 e começa a vossa engenharia?
Onde o critério escrito disser. O erro comum é deixar a fronteira implícita, e o resultado é um bilhete que anda para trás e para a frente enquanto o cliente espera. Definimos o critério de escalamento durante a transição, com exemplos concretos dos dois lados da linha.
O escalamento vai para a sua engenharia, não para uma segunda linha nossa que não conhece o produto. Quando faz sentido termos essa segunda linha, dizemo-lo, e é uma decisão separada com custo separado.
Como evitam que a base de conhecimento envelheça?
Tornando a sua manutenção parte do trabalho e não uma tarefa para quando houver tempo. Cada bilhete resolvido sem artigo existente gera um artigo, e cada artigo usado que não resolveu o problema é sinalizado para revisão.
A base fica sua. Se a relação terminar, leva consigo o registo escrito de como o seu produto falha na prática, que costuma valer mais do que o contrato de suporte.
Como se estrutura o escalamento entre linhas?
Por critério escrito e não por julgamento individual, porque o que uma pessoa considera difícil outra resolve em dois minutos. O critério deve ser observável: tipo de caso, tempo já gasto, e existência de procedimento documentado. Sem isso, a primeira linha escala demasiado ou de menos, e ambos são caros.
Com escalamento fácil e sem penalização. Uma equipa que é avaliada por resolução ao primeiro contacto e penalizada por escalar retém casos que devia passar, e o utilizador espera mais do que esperaria se o caso tivesse subido logo. O indicador deve premiar resolução e não retenção.
E com retorno de volta. Cada caso resolvido em segunda linha que podia ter sido resolvido em primeira gera uma entrada na base de conhecimento e, se o padrão se repetir, formação. Sem esse retorno, a segunda linha trata os mesmos casos indefinidamente e a primeira nunca melhora.
Como se lida com um produto que muda depressa?
Com ligação directa a quem faz as alterações, e é o requisito que mais frequentemente não existe. Uma equipa de suporte que descobre uma actualização pelos bilhetes que ela gera está a ser informada pelos utilizadores, e o primeiro dia depois de cada entrega é desnecessariamente caótico.
Com um formato acordado para notas de alteração que diz o que muda do ponto de vista do utilizador, e não o que muda no código. Uma nota técnica não prepara ninguém para a pergunta que o utilizador vai fazer, e traduzir uma na outra no momento do contacto é lento e propenso a erro.
E com a base de conhecimento actualizada antes da entrega e não depois. É trabalho de meia hora feito antes e de várias horas feito durante, e a diferença aparece inteiramente nos tempos de resposta da primeira semana.
Que diferença faz o conhecimento do produto?
Toda, e é por isso que a rotação é mais cara em suporte técnico do que em apoio generalista. Uma pessoa que conhece o produto há um ano resolve casos que uma pessoa nova escala, e a diferença entre as duas não é de competência técnica mas de contexto acumulado.
A consequência para o desenho é que a retenção deve ser orçamentada como investimento. Formação contínua, progressão escrita e condições que reduzam saídas custam menos do que o ciclo de recrutar, formar e substituir, e o cálculo faz-se com números que qualquer operação já tem.
A outra consequência é que a documentação deixa de ser opcional. Conhecimento que existe apenas na cabeça de duas pessoas é um risco que cresce silenciosamente, e uma operação que escreve à medida que resolve converte esse risco em activo sem esforço adicional visível.
Como é que o serviço evolui com o produto?
Com revisão trimestral do que a operação está a ver. Os casos mudam à medida que o produto amadurece: o que no primeiro ano era dificuldade de configuração passa a ser dúvida de utilização avançada, e uma equipa formada para o primeiro cenário fica desadequada sem que ninguém repare.
E com propostas de alteração ao produto a partir do que a operação sabe. Uma equipa de suporte que vê a mesma dificuldade mil vezes tem informação que nenhuma investigação de utilizadores produz ao mesmo custo, e uma organização que não recolhe essa informação está a pagar por ela e a deitá-la fora.
Que acesso é que a equipa precisa de ter?
O suficiente para diagnosticar e nada além disso, o que na prática significa leitura sobre registos e configuração e escrita apenas onde o procedimento a exige. Conceder acesso mais amplo porque é mais simples de configurar é o erro que aparece em todas as auditorias e que nunca foi decidido por ninguém.
Quando o diagnóstico exige acesso a dados de produção, o acesso é nominal, registado e limitado no tempo, e a excepção é prevista no desenho em vez de aberta às duas da manhã por alguém que precisa de resolver um incidente. Uma arquitectura que não prevê a emergência existe apenas no papel.
Onde pode ser operado o suporte técnico
Nem todos os modelos de entrega servem todos os serviços. A tabela indica apenas os que fazem sentido para este trabalho, com a situação de residência de dados de cada um.
| Modelo | Onde | Quando faz sentido | Dados pessoais |
|---|---|---|---|
| Onshore Portugal | Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Faro, Funchal e Ponta Delgada | Quando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é português | Permanecem no EEE. Sem transferência. |
| Nearshore em Portugal | Lisboa e Porto, para compradores estrangeiros | Quando precisa de uma base europeia multilingue sem constituir empresa | Permanecem no EEE. Sem transferência. |
| Brasil | São Paulo | Quando a prioridade é escala e custo, ou o mercado servido é brasileiro | Sem decisão de adequação. Exige cláusulas contratuais-tipo e avaliação de impacto. |
| Rede global | Uzbequistão, Filipinas, Polónia, República Dominicana, México, Colômbia, Turquia e África | Quando precisa de cobertura contínua, de línguas específicas ou do menor custo | A Polónia fica no EEE. Os restantes exigem cláusulas contratuais-tipo. |
A coluna de dados é uma descrição do enquadramento aplicável e não aconselhamento jurídico. O detalhe está em transferências internacionais de dados.
Este serviço exige uma decisão de variante
Serve clientes em Portugal, no Brasil ou nos dois? A resposta muda o desenho da operação, os guiões, quem revê a qualidade e a forma como os resultados são reportados.
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- Apoio ao clienteCentros de contacto em português, inglês e mais de trinta línguas, por voz, correio eletrónico, conversa e redes sociais.
- Back officeProcessamento administrativo, gestão documental, introdução de dados e apoio a operações internas.
- Finanças e contabilidadeContas a pagar e a receber, conciliações, faturação e apoio ao fecho, em articulação com os seus contabilistas.
- Processamento de dadosExtração, classificação, validação e enriquecimento de dados em volume, com controlo de qualidade medido.
Perguntas frequentes
Trabalham em inglês além do português?
Sim. O suporte técnico é frequentemente multilingue, e em Portugal o inglês de nível profissional é a norma e não a exceção.
Como lidam com picos de volume?
Com uma reserva acordada de capacidade e com equipas partilhadas que absorvem o pico sem que tenha de pagar essa capacidade o ano inteiro.
Podem assumir suporte de um produto que não conhecem?
Sim, e é o caso habitual. As primeiras semanas são de formação e de observação, faturadas como transição e não como serviço a pleno.
Que SLA é possível?
Depende do canal e da severidade. Acordamos tempos por severidade e medimo-los, em vez de anunciar um número único que não significa nada.
O suporte pode ficar em Portugal?
Pode, e para produtos com dados sensíveis é o que recomendamos, mantendo tudo dentro do Espaço Económico Europeu.
Quem é dono da base de conhecimento?
É sua, desde o primeiro artigo. Se a relação terminar, leva o registo escrito de como o seu produto falha na prática.
Integram com o nosso sistema de bilhetes?
Trabalhamos dentro dele, o que não é a mesma coisa que integrar. O histórico e os dados ficam onde já estão.
Fazem suporte no local?
Em Portugal, sim, nas cidades onde temos presença. Fora de Portugal, o modelo é remoto com parceiros locais quando é indispensável.
Vamos ver os números do seu caso
Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.
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