Saltar para o conteúdo

Outsourcing de TI

Equipas dedicadas

Uma equipa que é sua, com gestão nossa, dimensionada e ajustada ao longo do tempo.

O que é entregue

  • Seleção com a sua participação, não alocação silenciosa

  • Gestão de desempenho e retenção por nossa conta

  • Escala para cima e para baixo com pré-aviso acordado

Quando é que uma equipa dedicada é o modelo certo?

Quando o trabalho é contínuo e a prioridade muda com frequência, o que descreve produto em evolução e operação corrente. Nesses casos, um contrato de âmbito fechado produz uma negociação por mês e a equipa dedicada elimina-a inteiramente.

Quando o conhecimento acumulado tem valor. Uma equipa que trabalha no mesmo produto durante dois anos conhece o histórico das decisões, os cantos frágeis e as razões pelas quais uma coisa está como está, e esse conhecimento é a maior parte do que uma equipa nova leva meses a reconstruir.

E quando a alternativa é contratar directamente mas o horizonte ainda não o justifica. Uma equipa através de fornecedor dá operação real sem constituir estrutura, e converte-se em entidade própria mais tarde com transmissão dos contratos se os números confirmarem.

O que é que vos exige, em concreto?

Alguém com autoridade para priorizar, e é o requisito que mais frequentemente não é cumprido. Sem essa pessoa, a equipa trabalha bem em coisas que ninguém decidiu que eram as mais importantes, e isso descobre-se um trimestre depois com todos os indicadores verdes.

Acesso ao contexto. Uma equipa dedicada que recebe apenas tarefas produz o que foi pedido e não o que era preciso, e a diferença entre as duas coisas é onde está a maior parte do valor. Pedidos de utilizadores, incidentes e métricas de utilização devem chegar-lhe directamente.

E tempo de integração reconhecido. Uma equipa nova numa base de código desconhecida precisa de semanas para ser produtiva, e uma organização que espera contribuição na primeira semana obtém contribuições que a sua própria equipa revê demoradamente, o que custa mais do que a integração teria custado.

Como se escolhe onde a equipa fica?

Pela sobreposição horária necessária, primeiro. Trabalho que exige conversa em tempo real com a vossa equipa funciona mal com mais de três ou quatro horas de desfasamento; trabalho assíncrono tolera o dobro. Esta pergunta elimina normalmente metade das opções.

Depois pelos dados. Se o trabalho toca dados pessoais de produção, o Espaço Económico Europeu evita uma camada inteira de conformidade, e Portugal ou a Polónia passam a ser as respostas. Se corre sobre ambientes sintéticos, o leque abre e o custo passa a decidir.

E por profundidade de mercado para o perfil concreto. Portugal é excelente em várias línguas europeias e aperta em crescimento rápido de funções de entrada; a Polónia tem mais profundidade em perfis muito específicos; o Uzbequistão é competitivo em engenharia e exige coordenação europeia.

Como se gere a rotação e a substituição?

Assumindo que vai acontecer e desenhando para isso. Nenhuma equipa fica intacta durante três anos, e uma operação que depende de não haver saídas está a depender de uma coisa que não controla. Documentação escrita à medida que o trabalho corre é a única defesa real.

O custo da substituição é nosso e está no preço, o que é uma das razões para este modelo existir. O que não podemos absorver é a perda de conhecimento, e por isso a integração de um substituto é acompanhada e o período de sobreposição é planeado em vez de improvisado.

Reportamos a rotação na vossa conta e não a média da empresa, porque são números diferentes e só o primeiro descreve a vossa operação. Um fornecedor que não sabe a rotação na conta que está a propor não mediu.

Como funciona o crescimento e a redução?

Com prazos de aviso escritos nos dois sentidos e proporcionais à dimensão. Crescer depressa é possível e tem um limite prático que depende do mercado e do perfil, e um fornecedor que promete cinquenta pessoas em três meses em Lisboa está a comprometer-se com uma rotação que vai pagar mais tarde.

Reduzir tem um custo e dizemo-lo à partida. As pessoas são empregadas com contrato português e a cessação tem enquadramento próprio, o que significa que o prazo de aviso reflecte uma realidade legal e não uma preferência comercial.

A flexibilidade real deste modelo não está em reduzir depressa, está em não ter de constituir estrutura para crescer. Vender flexibilidade total é vender uma coisa que a legislação laboral portuguesa não permite, e preferimos dizer onde ela acaba.

Como se converte para equipa própria?

Com transmissão dos contratos de trabalho, que em Portugal tem enquadramento próprio e preserva a antiguidade e as condições dos trabalhadores. Não é recontratação nem contratação nova, e tratá-la como tal cria um problema laboral evitável.

O momento habitual é quando a equipa passa de dez ou quinze pessoas e o horizonte deixa de ser experimental, porque é aí que os custos fixos de estrutura se diluem. Abaixo disso a conversão costuma ser motivada por preferência e não por números.

Planeamos três a quatro meses, não um. A vossa entidade tem de existir e estar plenamente operacional antes da transmissão, incluindo contabilista certificado, software certificado e seguros, porque um trabalhador transmitido para uma entidade que ainda não processa salários é um problema imediato.

Como é que a equipa se sente parte da vossa organização?

Com acesso ao contexto e com reconhecimento do trabalho, que custam pouco e têm efeito desproporcionado na retenção. Uma equipa que vê o efeito do que constrói e cujo contributo é nomeado fica mais tempo do que uma que recebe tarefas e nunca sabe o que aconteceu a elas.

E com presença ocasional nos dois sentidos. Uma visita por trimestre custa pouco comparado com o custo de substituir alguém, e muda substancialmente a relação entre equipas que de outra forma dependem inteiramente de processo, e processo sozinho nunca chega.

Onde pode ser operado o equipas dedicadas

Nem todos os modelos de entrega servem todos os serviços. A tabela indica apenas os que fazem sentido para este trabalho, com a situação de residência de dados de cada um.

ModeloOndeQuando faz sentidoDados pessoais
Onshore PortugalLisboa, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Faro, Funchal e Ponta DelgadaQuando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é portuguêsPermanecem no EEE. Sem transferência.
Nearshore em PortugalLisboa e Porto, para compradores estrangeirosQuando precisa de uma base europeia multilingue sem constituir empresaPermanecem no EEE. Sem transferência.
BrasilSão PauloQuando a prioridade é escala e custo, ou o mercado servido é brasileiroSem decisão de adequação. Exige cláusulas contratuais-tipo e avaliação de impacto.
Rede globalUzbequistão, Filipinas, Polónia, República Dominicana, México, Colômbia, Turquia e ÁfricaQuando precisa de cobertura contínua, de línguas específicas ou do menor custoA Polónia fica no EEE. Os restantes exigem cláusulas contratuais-tipo.

A coluna de dados é uma descrição do enquadramento aplicável e não aconselhamento jurídico. O detalhe está em transferências internacionais de dados.

Perguntas frequentes

A equipa trabalha só para nós?

Trabalha, sob a vossa prioridade e dentro do vosso processo. É a diferença face a capacidade partilhada.

Quem emprega as pessoas?

Nós, com contrato português quando estão em Portugal. A estrutura, os encargos e a substituição são nossos.

O que precisamos de ter do nosso lado?

Alguém com autoridade para priorizar, acesso ao contexto, e tempo de integração reconhecido. O primeiro é o mais frequentemente ausente.

Podemos crescer e reduzir a equipa?

Com prazos de aviso escritos nos dois sentidos. A flexibilidade real está em não ter de constituir estrutura para crescer.

Qual é a rotação na conta?

Reportamos a da vossa conta e não a média da empresa, porque só a primeira descreve a vossa operação.

Podemos converter para equipa própria?

Podem, com transmissão dos contratos, que preserva antiguidade e condições. Planeamos três a quatro meses.

Onde é que a equipa pode ficar?

Portugal, Polónia, Brasil ou rede global, escolhido por sobreposição horária, dados e profundidade de mercado, por essa ordem.

Quanto tempo até estar produtiva?

Seis a dez semanas para montar, com duas a três dessas em integração no vosso contexto e base de código.

Vamos ver os números do seu caso

Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.

Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions