Saltar para o conteúdo

Outsourcing de TI

QA e testes

Testes funcionais, de regressão, de desempenho e de acessibilidade, manuais e automatizados.

O que é entregue

  • Suite de regressão automatizada, mantida a par do produto

  • Testes de acessibilidade contra critérios WCAG concretos

  • Relatório de defeitos por gravidade, com reprodução fiável

Porque é que se mede defeitos escapados?

Porque é o único número que descreve se a garantia de qualidade está a funcionar. Testes executados mede actividade; cobertura mede intenção; defeitos encontrados mede o que se procurou. Defeitos que chegaram a produção mede o que falhou, que é a pergunta.

Medimos também a que fase o defeito pertencia. Um defeito de requisito encontrado em produção significa que o critério de aceitação estava errado, e nenhuma quantidade de testes o teria apanhado. Classificar por origem é o que distingue melhorar testes de melhorar o processo.

E o custo de cada escape, porque nem todos são iguais. Um defeito cosmético e um que corrompe dados não devem contar da mesma forma numa métrica agregada, e uma equipa avaliada por contagem aprende a dar prioridade ao que é fácil de encontrar.

O que deve ser automatizado e o que não deve?

Automatiza-se o que é estável, repetitivo e caro de executar à mão: regressão sobre funcionalidade madura, verificações de integração, e caminhos críticos que têm de funcionar em cada entrega. O retorno vem da repetição, e um teste automatizado executado duas vezes custou mais do que valeu.

Não se automatiza o que muda todas as semanas, nem a exploração. Um teste automatizado sobre uma interface em desenho activo passa o tempo a ser corrigido e acaba desligado, e o esforço de manutenção é frequentemente maior do que o de execução manual que substituiu.

O teste exploratório continua a encontrar o que a automação não encontra, porque a automação verifica o que alguém pensou em verificar. É a diferença entre confirmar que o esperado acontece e descobrir o que ninguém esperou, e as duas coisas são necessárias.

Como é que a equipa se integra com o desenvolvimento?

Envolvida antes de o código existir, na definição dos critérios de aceitação. É aí que a garantia de qualidade tem mais valor e é onde é mais frequentemente ausente: uma equipa que recebe funcionalidade pronta para testar só pode encontrar defeitos de implementação, nunca de requisito.

Com acesso ao mesmo contexto que a equipa de desenvolvimento: pedidos de utilizadores, relatórios de incidente e métricas de utilização. Uma equipa de testes que não sabe que funcionalidade é a mais usada testa tudo com a mesma prioridade, que é o mesmo que não ter prioridade.

E sem uma fase de testes no fim. Testar no fim produz uma negociação sobre o que se corrige antes de sair, com a data já comprometida, e essa negociação perde-se sempre. Testar contínuo produz defeitos encontrados quando corrigi-los ainda é barato.

Como se testa uma operação multilingue?

Por variante e não por língua, quando a língua tem variantes. Um sistema testado em português do Brasil e servido a clientes portugueses passa todos os testes funcionais e falha no registo, que é exactamente o tipo de defeito que a automação não apanha e o utilizador apanha imediatamente.

Com atenção a formatos que variam entre mercados: datas, números decimais, moedas, moradas e números de identificação. São a causa mais comum de defeitos em produtos internacionalizados e a mais fácil de prevenir com casos de teste por mercado em vez de por funcionalidade.

E com testadores nativos da variante para o que envolve texto visível. Um testador que não é nativo verifica que o texto aparece; um nativo verifica que o texto está certo, e a diferença entre as duas coisas é o que chega ao utilizador.

Onde é que a equipa pode ficar?

Em Portugal ou na Polónia, dentro do Espaço Económico Europeu, quando os testes correm sobre dados que se aproximam dos de produção. É o modelo que evita a questão de transferência internacional e o que propomos por defeito para produtos com utilizadores europeus.

Na rede global quando os ambientes de teste correm sobre dados sintéticos, que é o desenho que recomendamos independentemente da localização. Testar sobre dados reais de utilizadores é uma prática que continua a existir e que não tem defesa razoável.

O fuso importa menos aqui do que em quase todos os outros serviços, porque a maior parte do trabalho é assíncrona. O que importa é a sobreposição suficiente para uma reunião diária com a equipa de desenvolvimento, e meio dia chega.

Quanto tempo até haver valor visível?

Quatro a oito semanas para uma equipa produzir valor autónomo, e a maior parte desse tempo é aprender o produto. Um testador que não compreende o que o produto faz e para quem encontra defeitos triviais e falha os que importam.

A automação de regressão leva mais tempo a compensar: tipicamente três a seis meses até o esforço de construção e manutenção ser inferior ao da execução manual que substituiu. Propor automação como poupança imediata é vender um retorno que não chega no prazo prometido.

O valor que aparece primeiro é quase sempre na definição de critérios de aceitação, antes de qualquer teste ser executado. Escrever o que significa estar feito, com precisão suficiente para ser verificável, elimina defeitos que nunca chegam a existir.

Como se decide o que testar quando não dá para testar tudo?

Por risco e não por cobertura. Cobertura de código mede que linhas foram executadas e diz pouco sobre se o que importa funciona; risco combina probabilidade de falha com consequência, e é o que decide onde o esforço vale a pena.

As áreas de maior risco são identificáveis e quase sempre as mesmas: código alterado recentemente, integrações com sistemas de terceiros, fluxos que envolvem dinheiro, e funcionalidade que historicamente produziu incidentes. Um mapa destas quatro dimensões orienta melhor do que qualquer percentagem.

E revemos esse mapa com os incidentes reais. Uma área que produziu três incidentes em produção no último trimestre merece atenção independentemente do que a cobertura diga, e uma área estável há dois anos provavelmente não precisa da regressão exaustiva que continua a correr por inércia.

Onde pode ser operado o qa e testes

Nem todos os modelos de entrega servem todos os serviços. A tabela indica apenas os que fazem sentido para este trabalho, com a situação de residência de dados de cada um.

ModeloOndeQuando faz sentidoDados pessoais
Nearshore em PortugalLisboa e Porto, para compradores estrangeirosQuando precisa de uma base europeia multilingue sem constituir empresaPermanecem no EEE. Sem transferência.
Rede globalUzbequistão, Filipinas, Polónia, República Dominicana, México, Colômbia, Turquia e ÁfricaQuando precisa de cobertura contínua, de línguas específicas ou do menor custoA Polónia fica no EEE. Os restantes exigem cláusulas contratuais-tipo.

A coluna de dados é uma descrição do enquadramento aplicável e não aconselhamento jurídico. O detalhe está em transferências internacionais de dados.

Perguntas frequentes

Como medem o resultado?

Por defeitos que chegaram a produção, classificados por origem e por custo, não por testes executados.

Automatizam tudo?

Não. Automatizamos o que é estável e repetitivo; o que muda todas as semanas custa mais a manter do que a executar à mão.

Testam em ambientes com dados reais?

Recomendamos dados sintéticos. Testar sobre dados reais de utilizadores não tem defesa razoável.

Cobrem variantes de português?

Cobrimos, com testadores nativos da variante para o que envolve texto visível, que é onde a automação não chega.

Quando é que a automação compensa?

Tipicamente em três a seis meses. Propô-la como poupança imediata é vender um retorno que não chega no prazo.

Participam na definição de requisitos?

Participamos, e é onde este serviço tem mais valor. Testar só no fim encontra defeitos de implementação e nunca de requisito.

Onde fica a equipa?

Portugal ou Polónia quando os dados se aproximam dos de produção; a rede global quando os ambientes são sintéticos.

Quanto tempo até serem autónomos?

Quatro a oito semanas, e a maior parte desse tempo é aprender o produto e não a ferramenta.

Vamos ver os números do seu caso

Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.

Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions