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Energia e utilities

BPO para energia e utilities em Portugal e no corredor lusófono

Apoio ao cliente de elevado volume, gestão de contratados e documentação de compras, em Portugal e para operações em Angola e Moçambique.

Imagem de cabeçalho do setor energia e utilities.

A pressão no setor energia e utilities em Portugal

As alterações tarifárias e os ciclos de faturação produzem picos de contacto previsíveis em data e imprevisíveis em dimensão, o que é exatamente o tipo de carga que mal se resolve com quadros fixos.

Do lado industrial, a administração de contratados e a documentação de compras são trabalho de registo e de rastreabilidade, frequentemente auditado, e raramente é o trabalho que a empresa quer que os seus engenheiros façam.

O que operamos

  • Atendimento e retenção de clientes, por voz e por escrito
  • Apoio a faturação, leituras e reclamações
  • Administração de contratados e gestão de registos de higiene e segurança
  • Documentação de compras e coordenação de fornecedores

O que não fazemos

Não assumimos funções técnicas de operação de rede nem qualquer decisão com implicação de segurança industrial. O trabalho é administrativo e de atendimento, e a fronteira é definida por escrito na transição.

Modelos de entrega que servem o setor energia e utilities

  • Onshore Portugal

    Quando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é português

    Permanecem no EEE. Sem transferência.

  • Corredor lusófono

    Quando opera em Angola ou Moçambique e precisa de governação europeia

    A camada de Lisboa fica no EEE. A operação local exige cláusulas contratuais-tipo.

  • Brasil

    Quando a prioridade é escala e custo, ou o mercado servido é brasileiro

    Sem decisão de adequação. Exige cláusulas contratuais-tipo e avaliação de impacto.

  • Rede global

    Quando precisa de cobertura contínua, de línguas específicas ou do menor custo

    A Polónia fica no EEE. Os restantes exigem cláusulas contratuais-tipo.

Perguntas frequentes

Conseguem absorver o pico de uma alteração tarifária?

Sim, com reserva de capacidade acordada e formação antecipada para a alteração específica.

Trabalham com operações em Angola?

Sim. É uma das famílias de trabalho do corredor lusófono, coordenada a partir de Lisboa.

Fazem gestão de registos de segurança?

Fazemos a gestão documental e o controlo de validades. A responsabilidade técnica permanece sua.

O atendimento pode ficar em Portugal?

Pode, e para o mercado doméstico é o que recomendamos, em português europeu nativo.

Conseguem formação específica para uma alteração tarifária?

Sim, e é feita antes do pico e não durante. Uma equipa formada a meio da campanha já perdeu a primeira semana.

Quanto tempo demora a arrancar?

Quatro a oito semanas em Portugal e três a seis nos centros globais, a contar da proposta assinada. A transição começa por documentar o processo, não por transferi-lo.

Qual é a dimensão mínima?

Três pessoas a tempo inteiro para uma equipa dedicada, que é o mínimo para cobrir férias e ausências. Abaixo disso propomos equipa partilhada.

Como é medido o serviço?

Contra métricas acordadas antes de a operação abrir, com um limiar abaixo do qual entramos em plano de recuperação. Não é uma conversa que começa quando o cliente se queixa.

E se quisermos terminar?

Existe pré-aviso acordado e um plano de reversão escrito. A documentação de processo é sua desde o primeiro dia e vai consigo.

Vamos ver os números do seu caso

Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.

Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions