ONG e fundações
Apoio operacional para ONG e fundações
Apoio a doadores, administração de programas e coordenação, incluindo operações em Angola, Moçambique e Cabo Verde.

A pressão no setor ong e fundações em Portugal
O custo de estrutura é escrutinado por doadores e financiadores, o que torna a capacidade variável mais defensável do que quadros permanentes.
Programas em Angola, Moçambique e Cabo Verde exigem reporte e coordenação que beneficiam de estar sob regras europeias.
O que operamos
- Apoio a doadores e gestão de donativos recorrentes
- Administração de programas e reporte a financiadores
- Coordenação e ligação com operações no terreno
- Tratamento documental e apoio a candidaturas a financiamento
O que não fazemos
Não representamos a organização perante financiadores nem assinamos reporte em seu nome. Preparamos e organizamos; a responsabilidade é da organização.
Modelos de entrega que servem o setor ong e fundações
Onshore Portugal
Quando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é português
Permanecem no EEE. Sem transferência.
Corredor lusófono
Quando opera em Angola ou Moçambique e precisa de governação europeia
A camada de Lisboa fica no EEE. A operação local exige cláusulas contratuais-tipo.
Rede global
Quando precisa de cobertura contínua, de línguas específicas ou do menor custo
A Polónia fica no EEE. Os restantes exigem cláusulas contratuais-tipo.
Serviços mais procurados neste setor
- Apoio ao clienteCentros de contacto em português, inglês e mais de trinta línguas, por voz, correio eletrónico, conversa e redes sociais.
- Back officeProcessamento administrativo, gestão documental, introdução de dados e apoio a operações internas.
- Processamento de dadosExtração, classificação, validação e enriquecimento de dados em volume, com controlo de qualidade medido.
- Apoio multilingueUma só operação a cobrir português, inglês, espanhol, francês, alemão e mais, a partir de Lisboa e do Porto.
Perguntas frequentes
Trabalham com orçamentos pequenos?
Sim, normalmente em equipa partilhada em vez de dedicada.
Apoiam programas em África?
Sim, através da camada de coordenação de Lisboa no corredor lusófono.
Fazem reporte a financiadores?
Preparamos e organizamos. A submissão e a responsabilidade são da organização.
Tratam dados de beneficiários?
Sim, com contrato de tratamento e, quando a categoria o exige, em modelo exclusivamente EEE.
Quanto tempo demora a arrancar?
Quatro a oito semanas em Portugal e três a seis nos centros globais, a contar da proposta assinada. A transição começa por documentar o processo, não por transferi-lo.
Qual é a dimensão mínima?
Três pessoas a tempo inteiro para uma equipa dedicada, que é o mínimo para cobrir férias e ausências. Abaixo disso propomos equipa partilhada.
Como é medido o serviço?
Contra métricas acordadas antes de a operação abrir, com um limiar abaixo do qual entramos em plano de recuperação. Não é uma conversa que começa quando o cliente se queixa.
E se quisermos terminar?
Existe pré-aviso acordado e um plano de reversão escrito. A documentação de processo é sua desde o primeiro dia e vai consigo.
Vamos ver os números do seu caso
Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.
Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions