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BPO

Apoio em português europeu

Uma operação desenhada para o cliente português, com registo, cortesia e precisão próprios de PT-PT.

O que é entregue

  • Equipas nativas de português europeu, sediadas em Portugal

  • Revisores da mesma variante na avaliação de qualidade

  • Conteúdos escritos de raiz em PT-PT, nunca convertidos de PT-BR

Porque não basta uma equipa que fala português?

Porque a diferença não é de compreensão, é de registo. O português europeu mantém a distinção entre tratamento formal e informal e espera cortesia medida e precisão. O português do Brasil aproximou a formalidade da proximidade. Uma equipa brasileira excelente aplica corretamente normas que o cliente português não reconhece como suas.

Acresce o vocabulário do dia a dia do serviço, onde as duas variantes divergem em palavras que aparecem em quase todas as interações. Não é um detalhe de estilo: é a primeira coisa que o cliente nota.

Quanto custa manter PT-PT em Portugal?

Mais do que servir Portugal a partir do Brasil, e menos do que contratar internamente em Lisboa. A comparação honesta é com o custo totalmente carregado de um posto interno, que inclui os catorze meses, a Segurança Social a cargo da entidade patronal, o subsídio de alimentação, o espaço e a rotação.

Para operações que servem os dois mercados, o desenho habitual mantém PT-PT em Lisboa para o mercado nacional e coloca o volume brasileiro em São Paulo. O custo médio desce sem que o cliente português receba a variante errada.

Que diferenças aparecem mais vezes no atendimento?

Em apoio técnico: utilizador e usuário, ecrã e tela, ficheiro e arquivo, rato e mouse, telemóvel e celular, palavra-passe e senha. Nenhuma destas palavras é rara e todas aparecem nas primeiras frases de um guião de suporte, o que significa que o cliente nota várias vezes na mesma conversa.

No comércio e na logística: encomenda e pedido, morada e endereço, fatura e nota fiscal, portes e frete, devolução e troca. Num percurso de compra há entre dez e quinze destas ocorrências, e nenhuma delas isoladamente é grave enquanto o conjunto é inequívoco.

E a construção verbal, que é a mais difícil de corrigir porque não é vocabulário. O português europeu diz que está a verificar; o do Brasil que está verificando. É estrutural, não é erro, e nenhum guião a corrige por substituição de palavras nem nenhuma ferramenta de conversão a resolve.

Como se avalia isto no recrutamento?

Não se pergunta, testa-se. Pedir a um candidato que escreva a resposta a três reclamações reais em cinco minutos revela mais do que meia hora de conversa: o registo aparece sozinho sob pressão de tempo, e a construção verbal é praticamente impossível de disfarçar quando se escreve depressa.

Para a parte falada, uma simulação de chamada difícil funciona melhor do que uma leitura de guião. Em guião, qualquer falante competente produz a variante que lhe pedirem; em conflito, volta à sua, e é exactamente no conflito que o cliente mais repara.

E a avaliação é feita por um nativo da variante procurada. Um revisor brasileiro excelente não detecta de forma fiável um registo desadequado para um cliente português, e vice-versa, porque o que está a avaliar é precisamente aquilo que lhe soa natural.

Quanto custa manter a variante separada?

Menos em pessoas do que em conteúdo. As equipas escalam com o volume de cada mercado, e se o volume existe as pessoas seriam necessárias de qualquer forma. O que duplica é a base de conhecimento, os guiões, os modelos de resposta e as grelhas de qualidade.

Uma estimativa razoável é acrescentar entre vinte e trinta por cento ao esforço de conteúdo inicial e cerca de quinze por cento à manutenção contínua. É substancialmente menos do que escrever tudo duas vezes, porque a estrutura é partilhada e só o texto muda.

O custo de não o fazer aparece noutro sítio: em reclamações sobre tom, em pedidos para falar com outra pessoa, e numa taxa de resolução ao primeiro contacto mais baixa no mercado mais pequeno. Não aparece numa linha de orçamento, e é precisamente por isso que tantas operações decidem que não vale a pena.

Como é que a variante é mantida ao longo do tempo?

Com revisores nativos da variante na avaliação de qualidade, e não com uma verificação inicial que se assume permanente. O registo deriva: guiões novos escritos à pressa, modelos de resposta copiados de outro mercado e pessoas novas formadas oralmente por quem já estava introduzem desvio sem que ninguém decida introduzi-lo.

E com uma grelha que pontua registo separadamente da exactidão, porque são coisas diferentes que falham de forma independente. Uma resposta pode estar tecnicamente correcta e ser inadequada em tom, e uma grelha que soma as duas num único número esconde exactamente o problema que este serviço existe para resolver.

O conteúdo escrito é a outra metade, e é a que se corrige mais depressa. Uma equipa nativa a ler guiões convertidos de outra variante produz interacções híbridas que soam estranhas nas duas, e corrigir os vinte modelos de resposta mais usados cobre normalmente mais de metade do volume por uma fracção do esforço de reescrever tudo.

Onde é que este serviço não é a resposta?

Quando o mercado português é residual no vosso volume total. Se Portugal representa uma fracção pequena e o Brasil quase tudo, uma operação brasileira com um núcleo europeu mínimo para o mercado nacional é a resposta económica e a certa, e propor o inverso seria vender-vos estrutura a mais.

E quando o contacto é predominantemente escrito, assíncrono e altamente estruturado. Aí a diferença de variante nota-se menos do que em voz, e uma base de conhecimento escrita em português europeu resolve boa parte do problema sem exigir que a equipa inteira esteja em Portugal.

Onde pode ser operado o apoio em português europeu

Nem todos os modelos de entrega servem todos os serviços. A tabela indica apenas os que fazem sentido para este trabalho, com a situação de residência de dados de cada um.

ModeloOndeQuando faz sentidoDados pessoais
Onshore PortugalLisboa, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Faro, Funchal e Ponta DelgadaQuando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é portuguêsPermanecem no EEE. Sem transferência.

A coluna de dados é uma descrição do enquadramento aplicável e não aconselhamento jurídico. O detalhe está em transferências internacionais de dados.

Este serviço exige uma decisão de variante

Serve clientes em Portugal, no Brasil ou nos dois? A resposta muda o desenho da operação, os guiões, quem revê a qualidade e a forma como os resultados são reportados.

Ver PT-PT e PT-BR

Perguntas frequentes

As equipas são mesmo em Portugal?

Sim. Este serviço existe precisamente para isso, e não é entregue a partir de nenhum outro país.

Podem rever conteúdos já escritos em PT-BR?

Podemos, mas recomendamos reescrever em vez de converter. Um texto convertido lê-se quase sempre como um texto convertido.

Cobrem as variantes africanas do português?

Sim, através do corredor lusófono, com pessoas com experiência direta de Angola e de Moçambique.

Os dados ficam no EEE?

Ficam. Este modelo é integralmente onshore em Portugal, pelo que não há transferência para fora do Espaço Económico Europeu.

Serve para o setor público português?

É normalmente o único modelo adequado, pela combinação de variante nativa e residência de dados no EEE.

Quanto custa face a servir Portugal a partir do Brasil?

Mais, e não escondemos isso. A questão é se o custo da variante errada no seu mercado é maior do que a diferença, e muitas vezes é.

Podem cobrir o Brasil a partir da mesma operação?

A gestão e os sistemas podem ser comuns. Os guiões e os revisores não, e é precisamente essa separação que torna o modelo defensável.

Trabalham nos Açores e na Madeira?

Sim, com equipas em Ponta Delgada e no Funchal, em regime remoto ou híbrido conforme a operação.

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