Setor público
BPO e TI para a administração pública portuguesa
Atendimento ao cidadão, digitalização e apoio administrativo, com residência de dados no EEE e enquadramento no Código dos Contratos Públicos.

A pressão no setor setor público em Portugal
A residência de dados no EEE é normalmente um requisito de caderno de encargos e não uma preferência, o que elimina à partida os destinos de menor custo.
A acessibilidade digital é requisito legal para serviços públicos, e é frequentemente onde as propostas técnicas falham.
O que operamos
- Atendimento ao cidadão, presencial, telefónico e digital
- Digitalização e tratamento de arquivo documental
- Apoio administrativo a processos e a backlog
- Serviços de TI, incluindo testes de acessibilidade WCAG
O que não fazemos
Não exercemos funções de autoridade pública nem tomamos decisões administrativas. Onde o caderno de encargos exija residência de dados no EEE, o modelo é onshore e não propomos alternativa.
Modelos de entrega que servem o setor setor público
Onshore Portugal
Quando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é português
Permanecem no EEE. Sem transferência.
Serviços mais procurados neste setor
- Apoio ao clienteCentros de contacto em português, inglês e mais de trinta línguas, por voz, correio eletrónico, conversa e redes sociais.
- Back officeProcessamento administrativo, gestão documental, introdução de dados e apoio a operações internas.
- Processamento de dadosExtração, classificação, validação e enriquecimento de dados em volume, com controlo de qualidade medido.
- Apoio em português europeuUma operação desenhada para o cliente português, com registo, cortesia e precisão próprios de PT-PT.
Perguntas frequentes
Como são contratados?
Ao abrigo do Código dos Contratos Públicos, pelas plataformas eletrónicas habituais.
Os dados ficam em Portugal?
Sim. Para o setor público operamos exclusivamente onshore.
Fazem testes de acessibilidade?
Sim, contra critérios WCAG concretos, que é normalmente requisito e não opção.
Respondem a pedidos de esclarecimento?
Sim, dentro dos prazos do procedimento.
Têm experiência em procedimentos concursais?
Sim. Preparamos a documentação exigida e respondemos a pedidos de esclarecimento dentro dos prazos.
Aceitam as cláusulas-tipo de contratos públicos?
Analisamo-las caso a caso e sinalizamos à partida qualquer cláusula que não possamos cumprir, em vez de a descobrir na execução.
Quanto tempo demora a arrancar?
Quatro a oito semanas em Portugal e três a seis nos centros globais, a contar da proposta assinada. A transição começa por documentar o processo, não por transferi-lo.
Qual é a dimensão mínima?
Três pessoas a tempo inteiro para uma equipa dedicada, que é o mínimo para cobrir férias e ausências. Abaixo disso propomos equipa partilhada.
Como é medido o serviço?
Contra métricas acordadas antes de a operação abrir, com um limiar abaixo do qual entramos em plano de recuperação. Não é uma conversa que começa quando o cliente se queixa.
E se quisermos terminar?
Existe pré-aviso acordado e um plano de reversão escrito. A documentação de processo é sua desde o primeiro dia e vai consigo.
Vamos ver os números do seu caso
Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.
Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions