Para empresas estrangeiras
Portugal como a sua base europeia multilingue
Lisboa e Porto resolvem três problemas de uma vez: pessoas que falam várias línguas a sério, engenharia competente e jurisdição da União Europeia. Sem constituir empresa em Portugal e com um único contrato.

As duas âncoras: Lisboa e Porto
Lisboa
A maior bolsa de falantes de línguas europeias do país e o centro de gravidade do setor tecnológico. É onde montamos operações multilingues de apoio ao cliente e as equipas que precisam de contacto frequente com sedes estrangeiras.
- Línguas
- Português, Inglês, Espanhol, Francês, Alemão
- Índice de custo
- 100 face a Lisboa = 100
- Dados pessoais
- Permanecem no EEE
Porto
Custo de operação mais baixo, forte tradição de engenharia e menor concorrência por talento técnico do que Lisboa. É frequentemente a melhor escolha para equipas de software e de QA.
- Línguas
- Português, Inglês, Francês, Alemão
- Índice de custo
- 92 face a Lisboa = 100
- Dados pessoais
- Permanecem no EEE
Porquê Portugal e não outro destino europeu?
Pela combinação de línguas e de fuso. Portugal tem uma população profissional que trabalha em inglês sem esforço e uma densidade invulgar de falantes de francês, alemão e espanhol, em parte porque décadas de emigração e de regresso produziram exatamente esse perfil. Para uma operação que tem de cobrir cinco mercados europeus a partir de um sítio, isso é difícil de replicar.
Ao fuso acresce um detalhe que costuma decidir a comparação: Portugal está uma hora atrás da Europa central, o que dá uma sobreposição maior com a costa leste dos Estados Unidos do que qualquer destino nearshore da Europa de Leste. Para uma empresa americana com clientes europeus, Lisboa cobre os dois lados do Atlântico num só turno.
A terceira razão é jurídica e é a mais simples. Uma equipa em Portugal está no Espaço Económico Europeu, pelo que não existe transferência internacional de dados a documentar, nem cláusulas contratuais-tipo, nem avaliação de impacto. Para dados de clientes europeus, isso elimina uma camada inteira de trabalho de conformidade.
Tenho de constituir uma empresa em Portugal?
Não. O contrato é celebrado com a Corpshore Solutions Corporation, a entidade canadiana do grupo, e as pessoas são contratadas por nós. Não abre sociedade, não se inscreve na Segurança Social portuguesa e não assume as obrigações de entidade patronal em Portugal.
Se mais tarde quiser ter entidade própria em Portugal, isso é uma conversa diferente e tratamo-la na página sobre estabelecer-se em Portugal. Muitas empresas começam connosco precisamente para testar o mercado antes de decidir se vale a pena a estrutura.
Que operações fazem sentido em Lisboa e no Porto?
Apoio ao cliente multilingue, suporte técnico, engenharia de software, QA e serviços geridos. Estes são os trabalhos em que a qualidade das pessoas e a sobreposição horária compensam um custo mais alto do que o de destinos mais distantes.
O que normalmente não faz sentido em Portugal é o processamento de grande volume e baixa complexidade, onde o custo domina a decisão. Para esse trabalho dizemos-lhe que a resposta certa é outro ponto da rede, mesmo quando isso significa uma proposta menor.
O que está incluído numa operação em Portugal
A equipa
Recrutamento, contratação, formação e gestão de desempenho. São colaboradores nossos, com contrato português.
Um único contrato
Celebrado com a Corpshore Solutions Corporation. Sem constituir sociedade em Portugal e sem obrigações de entidade patronal.
Espaço e equipamento
Posto de trabalho, equipamento e acessos, em regime presencial, híbrido ou remoto conforme a operação.
Conformidade
Contrato de tratamento de dados e conformidade com o RGPD e a Lei n.º 58/2019. Sem transferência internacional a documentar.
Recrutamento contínuo
Substituições e crescimento através da Corpshore Talent, com a sua participação na seleção dos perfis seniores.
Gestão e reporte
Um interlocutor único, métricas acordadas e relatório mensal. A gestão de retenção é responsabilidade nossa.
Onde em Portugal, e porquê
As oito localizações que o nosso modelo de custo cobre, com o índice face a Lisboa, as línguas realmente disponíveis e uma nota honesta sobre o que cada mercado aguenta. Escolha uma para ver os detalhes.
Lisboa
Área Metropolitana de Lisboa
- Índice de custo
- 100
- Ensino superior
- 6instituições
- Mais forte em
- BPO, TI, IA
Índice com Lisboa em 100, sobre custo totalmente carregado. Fonte e data na página de preços.
Línguas disponíveis: Português · Inglês · Espanhol · Francês · Alemão
O mercado mais profundo do país em todas as famílias, e o único com disponibilidade consistente de alemão. É também o mais caro e o de maior rotação: onde há mais empregadores, há mais ofertas concorrentes.
Todas as localizações, em lista:
- Lisboa — Índice de custo 100
- O mercado mais profundo do país em todas as famílias, e o único com disponibilidade consistente de alemão. É também o mais caro e o de maior rotação: onde há mais empregadores, há mais ofertas concorrentes. Português · Inglês · Espanhol · Francês · Alemão
- Porto — Índice de custo 92
- Profundidade técnica comparável a Lisboa a cerca de oito por cento menos, com forte tradição de francês por via da emigração para França e do regresso. Rotação mais baixa do que na capital. Português · Inglês · Espanhol · Francês
- Braga — Índice de custo 85
- O melhor custo do continente com universidade forte em engenharia à porta. O mercado é mais raso: funciona muito bem para equipas de dez a cinquenta pessoas e aperta acima disso. Português · Inglês · Espanhol
- Coimbra — Índice de custo 86
- Cidade universitária com saída anual previsível em informática e em línguas. Boa para trabalho que valoriza formação de base sobre experiência anterior, incluindo anotação e avaliação para IA. Português · Inglês · Espanhol · Francês
- Aveiro — Índice de custo 87
- Concentração invulgar em telecomunicações e electrónica para a dimensão da cidade, herdada do cluster industrial e da universidade. Mercado pequeno e disputado nos perfis mais técnicos. Português · Inglês
- Faro — Índice de custo 88
- A mistura linguística mais invulgar do país, com alemão e neerlandês disponíveis por via da comunidade residente. Fortemente sazonal: o mercado de trabalho aperta no verão, exactamente quando o turismo precisa dele. Português · Inglês · Alemão · Neerlandês
- Funchal — Índice de custo 86
- Fuso uma hora atrás do continente, o que estende a cobertura da tarde europeia sem turnos adicionais. Incentivos fiscais regionais existem mas mudam, e não devem ser a única razão da escolha. Português · Inglês · Alemão
- Ponta Delgada — Índice de custo 85
- Duas horas atrás do continente, que é o ponto: a partir dos Açores cobre-se a tarde americana em horário local normal. Mercado muito pequeno, adequado a equipas até vinte pessoas. Português · Inglês
Perguntas frequentes
Que línguas conseguem cobrir a partir de Portugal?
Português, inglês, espanhol, francês e alemão com falantes nativos ou de nível nativo, e outras línguas europeias conforme o volume. Dizemos sempre quais são nativas e quais são fluentes.
Qual é a sobreposição com os Estados Unidos?
Lisboa está cinco horas à frente de Nova Iorque no inverno e quatro no verão, o que dá uma tarde inteira sobreposta com a manhã americana.
Os dados saem da União Europeia?
Não neste modelo. A operação é integralmente em Portugal, pelo que não há transferência internacional a documentar.
Quem emprega as pessoas?
A Corpshore. São nossos colaboradores, com contrato português, e a gestão de desempenho e de retenção é responsabilidade nossa.
Podemos entrevistar os candidatos?
Pode e recomendamos que o faça, sobretudo nos perfis mais seniores. A seleção é conjunta e não uma alocação silenciosa.
Qual é a dimensão mínima para valer a pena?
Cerca de cinco pessoas. Abaixo disso o custo de gestão e de instalação pesa demasiado no custo por pessoa e há modelos melhores.
Em quanto tempo temos a equipa a trabalhar?
Entre seis e dez semanas para uma equipa multilingue, contando a partir da proposta assinada. Perfis de engenharia mais específicos podem demorar mais.
Trabalham em modelo presencial, híbrido ou remoto?
Os três. O modelo híbrido é o mais comum em Lisboa e no Porto, e é normalmente o melhor para retenção.
Podemos escalar para o Brasil mais tarde?
Sim, e é um percurso frequente. A gestão mantém-se, e a camada de conformidade adicional para fora do EEE é tratada nessa altura.
O que acontece ao fim do contrato?
Existe pré-aviso acordado e um plano de reversão escrito. A documentação de processo é sua desde o início.
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Equipas multilingues em Lisboa e no Porto, com jurisdição da União Europeia e um único contrato. Sem constituir empresa em Portugal.
Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions