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Telecomunicações

BPO para telecomunicações em Portugal e no mundo lusófono

Atendimento de alto volume, retenção, suporte técnico e apoio a portabilidade, em português europeu e do Brasil.

Imagem de cabeçalho do setor telecomunicações.

A pressão no setor telecomunicações em Portugal

O tempo médio de atendimento é a métrica mais fácil de melhorar e a mais fácil de melhorar da forma errada: fecha-se depressa e reabre na semana seguinte.

A retenção é onde o valor está, e exige um agente que perceba o produto em vez de ler um guião de desconto.

O que operamos

  • Primeira linha de atendimento, por voz e por escrito
  • Suporte técnico de nível 1 e 2 com escalamento definido
  • Retenção e gestão de pedidos de cancelamento
  • Apoio administrativo a portabilidade e alterações contratuais

O que não fazemos

Não medimos apenas tempo de atendimento. Se o contrato insistir nessa métrica isolada, dizemos que ela degrada o serviço e propomos medir também reincidência por causa raiz.

Modelos de entrega que servem o setor telecomunicações

  • Onshore Portugal

    Quando os dados não podem sair do EEE, ou quando o cliente final é português

    Permanecem no EEE. Sem transferência.

  • Brasil

    Quando a prioridade é escala e custo, ou o mercado servido é brasileiro

    Sem decisão de adequação. Exige cláusulas contratuais-tipo e avaliação de impacto.

  • Corredor lusófono

    Quando opera em Angola ou Moçambique e precisa de governação europeia

    A camada de Lisboa fica no EEE. A operação local exige cláusulas contratuais-tipo.

  • Rede global

    Quando precisa de cobertura contínua, de línguas específicas ou do menor custo

    A Polónia fica no EEE. Os restantes exigem cláusulas contratuais-tipo.

Perguntas frequentes

Fazem retenção?

Sim, com guiões aprovados por si e limites claros de desconto autorizado.

Cobrem 24 horas?

Sim, através de vários centros em fusos diferentes.

Servem o mercado angolano?

Sim, através do corredor lusófono, com coordenação em Lisboa.

Que métricas reportam?

Primeira resolução, reincidência por causa raiz, satisfação e tempo, por esta ordem de importância.

Quanto tempo demora a arrancar?

Quatro a oito semanas em Portugal e três a seis nos centros globais, a contar da proposta assinada. A transição começa por documentar o processo, não por transferi-lo.

Qual é a dimensão mínima?

Três pessoas a tempo inteiro para uma equipa dedicada, que é o mínimo para cobrir férias e ausências. Abaixo disso propomos equipa partilhada.

Como é medido o serviço?

Contra métricas acordadas antes de a operação abrir, com um limiar abaixo do qual entramos em plano de recuperação. Não é uma conversa que começa quando o cliente se queixa.

E se quisermos terminar?

Existe pré-aviso acordado e um plano de reversão escrito. A documentação de processo é sua desde o primeiro dia e vai consigo.

Vamos ver os números do seu caso

Diga-nos que processos quer externalizar, em que línguas e com que volumes. Devolvemos uma estimativa em euros e um desenho de operação, sem compromisso.

Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions