Para empresas estrangeiras
Instalar uma operação em Portugal, passo a passo
O que envolve na prática pôr pessoas a trabalhar em Portugal, com ou sem constituir empresa, e onde é que a Corpshore entra. Informação operacional, sempre em articulação com os seus consultores.

Preciso mesmo de constituir empresa?
Frequentemente não, e quase nunca no início. Contratar através da Corpshore permite ter equipa a trabalhar em Portugal sem sociedade portuguesa, sem inscrição na Segurança Social como entidade patronal e sem as obrigações declarativas associadas. Para testar o mercado, para uma primeira equipa ou para uma operação de dimensão estável e moderada, é o caminho mais rápido e o mais fácil de reverter.
Constituir entidade própria passa a fazer sentido quando a operação é grande, permanente e central, quando precisa de contratar diretamente para reter perfis muito disputados, ou quando existem razões fiscais ou societárias do seu lado. Essas razões são dos seus consultores e não nossas, e é assim que devem ser decididas.
O que envolve pôr a operação a funcionar?
Na prática, cinco frentes em paralelo: recrutamento, espaço e equipamento, acessos e sistemas, enquadramento de dados, e gestão. O recrutamento é quase sempre o caminho crítico, sobretudo em perfis técnicos em Lisboa, onde a concorrência é forte e os prazos de aviso prévio alongam o arranque.
O Porto e as cidades de média dimensão têm menos concorrência por talento e custo por posto inferior, o que costuma traduzir-se em arranque mais rápido e melhor retenção. Para muitas operações que não precisam de estar na capital, é a decisão que poupa mais tempo.
Sobre contratos de trabalho, períodos experimentais, avisos prévios e obrigações fiscais, remetemos para os seus consultores jurídicos e contabilísticos em Portugal. Descrevemos o que a operação exige; não damos parecer sobre o que a lei exige de si.
Quanto tempo demora?
Através da Corpshore, entre seis e dez semanas até ter a equipa a trabalhar, contando a partir da proposta assinada. Perfis de engenharia muito específicos podem demorar mais, e dizemo-lo na proposta em vez de descobrir depois.
Com entidade própria, acrescem os prazos de constituição, de registo e de abertura de conta, que dependem do seu caso e dos seus consultores. Muitas empresas começam connosco e constituem entidade mais tarde, quando já sabem que a operação funciona.
Perguntas frequentes
Isto é aconselhamento jurídico ou fiscal?
Não. É informação operacional sobre o que envolve montar uma equipa. Qualquer decisão societária, fiscal ou laboral deve ser tomada com os seus consultores em Portugal.
Posso ter equipa sem sociedade portuguesa?
Pode. As pessoas são colaboradoras da Corpshore e o contrato é com a entidade canadiana do grupo.
Quem é a entidade patronal?
A Corpshore. As obrigações de entidade patronal em Portugal são nossas, não suas.
Podemos escolher a cidade?
Sim. Lisboa tem a maior bolsa de línguas, o Porto tem custo inferior e menos concorrência técnica, e as cidades médias melhoram a retenção.
Ajudam no recrutamento se tivermos entidade própria?
Sim, através da Corpshore Talent, incluindo recrutamento para os seus quadros em vez de para os nossos.
E se quisermos passar as pessoas para os nossos quadros?
Existe uma cláusula que define as condições dessa transição. Tratamos isso à partida em vez de o deixar para o conflito.
Quanto custa por pessoa?
Depende da função, da antiguidade e da cidade. A calculadora em preços dá uma estimativa em euros com a repartição visível.
Precisamos de escritório?
Não necessariamente. Fornecemos espaço e equipamento, e muitas operações funcionam em regime híbrido ou remoto.
Qual é o primeiro passo?
Uma chamada de vinte minutos em que mapeamos as funções, a cidade, o calendário e se a entidade própria é ou não necessária no seu caso.
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Respondemos em menos de 6 horas em dias úteis. Se preferir escrever: info@corpshore.solutions